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Município tem titularidade da área e estádio não irá a leilão, afirma procurador

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Estádio Vieirão em uma partida entre Cerâmica x Grêmio pelo Gauchão | Foto: Divulgação

A notícia do leilão judicial envolvendo o estádio Antônio Vieira Ramos (Vieirão) em Gravataí caiu como uma bomba no meio do futebol gravataiense. Atletas amadores, treinadores e pessoas ligadas ao esporte repercutiam a notícia veiculada pela Revista Bola em Jogo. Com a data marcada, e com um lance inicial de R$ 20 milhões, o complexo às margens da José Loureiro da Silva seria o único suspiro do clube para indenizar profissionais em dívidas trabalhistas.

Procurador Jean Pierre Torman – Foto: Divulgação

No entanto, o procurador geral de Gravataí, Jean Pierre Torman, informou que um documento no cartório foi protocolado, legitimando a doação da área para a instalação da associação, com ela o Cerâmica Atlético Clube. “Em uma das cláusulas cita que a área foi doada ao clube, mas que caso não ocorra mais a utilização, a mesma seria retomada pelo município”, destacou Jean.

Mesmo com o leilão marcado, o procurador contou que em outras ocasiões, leilões judiciais foram cancelados pois os terrenos e imóveis públicos eram colocados à venda para cobrir dívidas que não competem ao município. “Já tivemos outros casos, e vamos usar como embasamento para esta ação. Agora estamos entrando com o pedido de retirada da área do leilão, bem como a retomada por parte da prefeitura”, finalizou Jean.

Ainda conforme informações, o Cerâmica hoje tem cerca de R$ 800 mil em dívidas trabalhistas. Entre ex-jogadores e ex-funcionários, são sete ações movidas contra o clube. O cerâmica deixou de atuar profissionalmente em 2014 quando comunicou a Federação Gaúcha de Futebol (FGF) que não iria disputar a segundona gaúcha no ano seguinte.

 

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