Disparo que matou jovem em Gravataí pode ter sido acidental, diz polícia



Foto: Polícia Civil | Divulgação

Desde o fim de semana sangrento vivido pelo gravataienses, qualquer viatura da Brigada Militar (BM), ou então da Polícia Civil, que fique mais de dez minutos em frente a uma residência é sinal de que ali ocorreu mais uma execução, muitas delas por conta da disputa de pontos de tráfico entre as facções. No entanto, na tarde desta quarta-feira (14), a ocorrência atendida pela BM e pelos agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Gravataí pode ter sido uma tragédia.

É o que a polícia, desde as primeiras horas, já suspeita. Dentro do cômodo da residência, o corpo de uma jovem está estendido no chão e com um visível ferimento na região da nuca, esse, por uma arma de fogo, conforme constatou a perícia, ainda no local. O atirador não foi localizado após buscas nas redondezas do bairro Santa Cruz, local do fato.

De acordo com a investigação, um só tiro foi o suficiente para tirar a vida de Daniele Gonçalves, de 20 anos. As informações de testemunhas afirmam que o autor do disparo seria o companheiro dela, ele, identificado como Emerson Fraga, de idade não revelada. Conforme testemunhas, após o tiro, Emerson saiu pela porta da residência em desespero e avisando que o disparo teria sido acidental.

Extra

As diversas testemunhas, relataram a mesma situação. Em desespero, Emerson saiu da residência alegando ter disparado contra a sua esposa de forma acidental. Um outra testemunha também informou que ao manusear o armamento de forma errada e acreditando estar sem munição, acabou desferindo um tiro contra sua companheira. Uma equipe do Samu foi acionada, mas a vítima já havia entrado em óbito. A Polícia também espera que Emerson se apresente para prestar depoimento. O caso segue sendo investigado.


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