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Polícia

No topo da lista dos mais procurados, suspeito de integrar o ‘Caveirão da Morte’ é preso em Gravataí

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Brigada Militar (BM) de Gravataí/Divulgação

Uma abordagem da Brigada Militar (BM) de Gravataí deu fim a fuga de um dos homens mais procurados do Vale do Gravataí, e que hoje, ocupava o topo da lista dos criminosos a serem retirados das ruas. Braço direito do traficante Vinícius Otto, o Vini da Ladeira, Maicon Piter de Andrade Tadeu, de 30 anos, o Negão Maicon, estava na condição de foragido, e era o último suspeito de ser um dos integrantes do “Caveirão da Morte” que e ainda estava em liberdade.

Piter foi abordado no bairro Águas Mortas, divisa com a região das Moradas, reduto da Gangue da Ladeira – o maior braço da facção ‘Os Manos’ na Região Metropolitana. Com ele, os policiais aprenderam drogas, dinheiro, arma, munições e um rádio comunicador. Ainda conforme a polícia, ele não resistiu à prisão.

No dia 26 de agosto, uma ação, também da Brigada Militar, no município de Sério – que fica a 154 quilômetros da Capital, prendeu Elivelton Araújo da Costa, o Nenê, um dos alvos da Operação Cliviun, em 2015, e que também seria um dos integrantes do ‘Caveirão’. Desde então, Maicon Piter teria assumido o controle do tráfico e coordenava os negócios para Vinicius Otto.

Prisão para comemorar

O comandante da Brigada Militar (BM) de Gravataí, major Luis Felipe Neves, destacou a importância da prisão de Maicon. “É um elemento que estava foragido e tem um alto nível de periculosidade. Tirar ele de circulação certamente vai acarretar na diminuição de alguns crimes na cidade. Isso se dá também pelo trabalho de inteligência, de monitoramento da BM, e que se fez efetivo pelo belo trabalho da guarnição que efetuou sua prisão”, destacou o major.

Sobre o Caveirão

O “Caveirão da Morte” trata-se de um Honda Civic blindado com chapas de ferro, que era utilizado como um tanque de guerra pelo grupo criminoso na cidade para promover a execução de rivais e auxiliar na ofensiva para a conquista de territórios na disputa entre as facções.

Durante as investigações da Operação Clivium sobre os crimes da quadrilha, duas execuções com o uso da Caveirão já haviam sido confirmadas pelo Instituto Geral de Perícias ao encontrar sangue no veículo, que saia para missões especiais. ‘Quando o caveirão saia, alguém ia morrer. Isso era regra”, contou na época o diretor da DPRM, delegado Eduardo Hartz.

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