Política

Artigo | A nossa Gravataí do amanhã: Anabel Lorenzi

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De início, quero me permitir mudar um pouquinho o tema sugerido pela coluna e, no lugar de falar da “minha”, pensar na “nossa” Gravataí do amanhã. Isso porque essa maneira de ver, coletiva, está na raiz da candidatura que queremos ter. Nosso objetivo é representar um projeto que tem a confiança da população, é maior do que qualquer anseio pessoal e recoloca as pessoas como a grande prioridade nas ações da Prefeitura.

Foto: Anabel Lorenzi/Divulgação

No último período, com a retomada da convivência mais direta com os alunos em sala de aula, tenho aprendido muitas lições, dentre as quais destaco a necessidade constante de inovar e de manter um diálogo aberto e permanente com toda comunidade. Os jovens apresentam um grande desejo de mudança e isso precisa ser potencializado a partir de ações estratégicas do Poder Executivo, ou seja, a energia da juventude precisa ser canalizada para projetos na área da cultura, do esporte, da educação e do empreendedorismo.

Além disto, a participação popular e democrática nos processos de decisão da gestão municipal precisa urgentemente ser retomada, pois todos os setores sociais têm o direito de opinar e decidir sobre a Gravataí que desejam.

Outro aspecto fundamental na gestão pública são os investimentos em áreas essenciais para a população, quais sejam, saúde, educação e segurança. Estes temas não podem ter projetos encerrados ou gastos nebulosos em função de escolhas erradas do gestor, como tem acontecido no governo atual.

Acredito que investimentos nestas áreas devem ser prioridade absoluta, pois a grande maioria da população gravataiense depende das políticas públicas para ter acesso aos seus direitos básicos. Para tanto, a valorização dos servidores(as) públicos(as), através de formação continuada, qualificação dos planos de carreira e recuperação salarial é condição “sine qua non” para oferta de serviços públicos de qualidade ao nosso povo.

Além disso, uma cidade que dialoga com o presente e o futuro não pode prescindir das novas tecnologias da informação para oferta de serviços públicos eficientes e que integrem as várias instâncias da administração pública. Também é fundamental que comecemos hoje a construção de uma cidade sustentável e comprometida com a preservação da vida no Planeta.

Neste sentido, educação ambiental, ampliação de espaços verdes que possibilitem a interação social, fortalecimento do transporte coletivo, construção de ciclovias, ampliação da coleta seletiva, implementação de programas que possibilitem a geração de emprego e renda, em especial para os segmentos mais alijados do mercado de trabalho, são ações essenciais para constituição de uma Gravataí articulada com o que se espera das cidades do século XXI.

Finalmente, cabe destacar que o nosso município nunca teve um orçamento próximo de um bilhão de reais como tem hoje. O discurso de que gestões anteriores endividaram a Prefeitura é uma falácia e está sendo desmontado na medida em que, depois de quase 9 anos governando a cidade, o atual governo só consegue fazer algumas obras a partir de empréstimos que ficarão para as próximas gestões pagarem.

A dívida social que está sendo deixada é imensurável, já que inúmeros projetos importantes para nossa população foram dizimados e os servidores(as) vêm sofrendo um arrocho salarial como jamais antes na história aconteceu. Este cenário precisa ser revertido. A Nossa Gravataí do Amanhã que queremos é uma cidade cheia de alegria, de jovens felizes, de crianças plenas de direitos, de mulheres e idosos respeitados, com uma gestão absolutamente transparente, com espaços democráticos de decisão e que propicie qualidade de vida a todos que aqui vivem através da garantia dos direitos fundamentais dos cidadãos e cidadãs. Fazer mais e melhor é possível. Eu acredito.

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Paulo Silveira, Sadao Makino, Luiz Zafalon, Dimas e Claiton Manfro terão seus artigos publicados em breve. Os demais candidatos consultados não encaminharam os textos à editoria de política.

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