Tradicionalismo | Felipe Jardim é o novo colunista do Giro de Gravataí



Buenas senhoras e senhores!

Pedindo licença, vamos nos achegando a este galpão, iniciando mais uma nova empreitada!

Meu nome é Felipe Bandeira Jardim, tenho 21 anos e curso Pedagogia na ULBRA/Gravataí.

Minha porta de entrada ao mundo dos CTG’s, DTG’s, Rodeios e concursos culturais e artísticos por este Estado deu-se pelos meus sete pra oito anos, quando entrei, de alma e coração abertos à cultura, no DTG Estância Província de São Pedro, a época sendo comandado pelo meu sempre patrão e grande amigo Dario Medeiros.

É preciso que eu diga: uma das primeiras pessoas que me fez ter gosto e vontade de aprender mais sobre a cultura deste chão, do Rio Grande do Sul, foi a minha sempre diretora cultural e uma segunda mãe Patrícia Medeiros, esposa do meu patrão Dario! Casal 20! Sem mais!…

Entrei e fui logo dançar na invernada (grupo de danças) do DTG e também me “enfiei” nas danças tradicionais e danças gaúchas de salão na modalidade de par (só um casal dançando).

Foi representando esta Entidade Tradicionalista que participei do meu primeiro Rodeio Artístico e Cultural, no CTG Chaleira Preta, concorrendo na modalidade de “Gaita Piano Mirim”. Fui agraciado com o prêmio de 2º Lugar neste evento. (As más línguas contam por ai que só tinha eu e mais um concorrendo…).

Sempre gostei de música, sempre tive paixão por gaita e violão, mas foi em uma destas lidas por esse mundão de Deus que me deparei com a poesia e os concursos de declamação, com a beleza de se interpretar poemas! Atirei-me neste mundo tendo um grande mestre nessa arte, ao qual nutro um profundo carinho e respeito imensuráveis, chamado Marco Dutra.

Além de me meter nos concursos de gaita e declamação, como se já não bastasse, ainda resolvi me infiltrar na modalidade “Intérprete Vocal Masculino”, começando a cantar pelos rodeios, tertúlias e encontros de amigos.

Atualmente, faço parte da família CTG Carreteiros da Saudade, ao qual tenho orgulho de fazer parte e levar o nome por onde for, “De querência em querência, carreteando as tradições do Rio Grande do Sul”.

Pois bem, coleciono alguns troféus em todas as modalidades que citei acima, mas os troféus de nada se comparam ao aprendizado e as amizades que ganhei com tanta gente especial já nestes mais de 13 anos de tradicionalismo.

A amizade vale mais que um troféu! Um troféu é algo que o tempo corrói, porém o carinho verdadeiro, o amor ao próximo, esses sim são presentes que valem muito! Diga-se também: amizade/amigo é um presente de Deus, afinal de contas se Deus nos ama de tal maneira que deu seu Filho por nós, porque não devemos amar e partilhar desse amor uns com os outros? Sem julgar, simplesmente partilhar deste amor, carinho e felicidade!

No universo cultural, atualmente, me encontro como Presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais da cidade de Gravataí – Gestão 2017/2019, onde, por mais uma vez, sigo rumando, com Deus no comando, ao que nos é ensinado, defendendo e trabalhando pela cultura, como um todo.

Honra e satisfação inunda este coração ao anunciar que venho integrar a equipe que contribui para com este portal de notícias, de fundamento, conhecido como Giro de Gravataí. Espero estar chegando para somar a este grupo!

É preciso que tenhamos sempre a certeza de deixar Deus no controle de tudo e assim vamos seguindo nosso caminho, aprendendo com Ele!

Com simplicidade, honestidade e compromisso, este guri vem escrever uma coluna neste espaço que nos é concedido. Venho para escrever um pouco de tudo, mas sem jamais deixar de lado uma coisa chamada: Essência.

Gracias meu Patrão do Céu! Que estejas no comando!

Gracias meu irmão Gabriel Ganzer pela oportunidade!

E bamo que bamo, afinal de contas meu avô, Seu João, já dizia: Aqui a “pórva” é pouca, mas o chumbo até a boca!…


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