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Polícia

Presa suspeita de envolvimento na morte de motorista de aplicativos em Gravataí

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Mulher foi presa em um pequeno sítio, no município de Cerro Grande do Sul. Foto: Polícia Civil/Divulgação

O caso ainda não foi totalmente esclarecido pela polícia, mas conforme fontes consultadas pela reportagem, a prisão de uma mulher nesta última quinta-feira (12), em Cerro Grande do Sul, pode ajudar a polícia a entender a dinâmica empregada por criminosos ao sequestrar e assassinar o motorista de aplicativos Carlos Eduardo da Silva, de 27 anos, encontrado morto dentro do próprio veículo, no dia 02 de junho, em Gravataí.

Agentes da Delegacia de Homicídios de Gravataí foram até o município, com pouco mais de dez mil habitantes, para cumprir o mandado de prisão preventiva contra a suspeita, que não teve o nome revelado. Ainda conforme apurado, ela não foi a responsável por assassinar o motorista, mas segundo a polícia, foi quem chamou Carlos para uma tele-entrega de drogas, conforme apurou a investigação, dias depois do crime, através de testemunhas.

A polícia também já descobriu a motivação pelo assassinato da vítima, mas não revela a ‘linha’ para não atrapalhar o restante da investigação. A principal hipótese é de que um desacerto territorial na venda de entorpecentes tenha ocasionado o crime. Na época, a polícia chegou a suspeitar de um possível latrocínio (roubo seguido de morte), que foi descartado. Carlos Eduardo não tinha antecedentes criminais. O caso segue sendo investigado.

O crime

Carlos Eduardo da Silva foi encontrado morto dentro de seu veículo (Fiat Uno branco) na madrugada do dia 02 de junho, na Estrada João Francisco Pereira, conhecida como Estrada da Timbaúva, na zona rural de Gravataí. Conforme o delegado Eduardo do Amaral, o veículo estava às margens da via com as portas abertas. Dentro, Carlos, com pelo menos 15 disparos, a maioria na região do rosto. O local era ermo e não conta com câmeras de videomonitoramento.

 

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