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Polícia Civil procura por padrasto que matou enteado de três anos em Gravataí

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“É chocante o fato de ser morto por quem na verdade deveria cuidar”, foram estas as palavras do delegado Felipe Borba, titular da Delegacia de Homicídios de Gravataí, que investiga a motivação para o assassinato do menor Raphael Silva da Rosa, de três anos, ocorrida no dia 24 de setembro, em Gravataí.

Nem Borba nem a equipe de investigação da polícia, que lidam diariamente com crimes contra a vida, conseguem falar naturalmente sobre o caso, que chocou ainda mais o município. Após constatarem através de informações, depoimentos que o padrasto e a mãe foram responsáveis pela morte do menino, a polícia pediu a prisão preventiva dos dois.

Não demorou muita para que a mãe fosse presa. Conforme testemunhas, familiares informaram a polícia que ela estaria morando com o pai biológico, na cidade de Bento Gonçalves.  Uma equipe da Brigada Militar (BM) localizou Iracema em frente a residência. Ela, que já constava como foragida, foi presa. Em seu depoimento, ainda no dia do crime, ela relatou que não estava na residência no momento em que Raphael teria passado mal, mas conforme o delegado, seu álibi não confirmou. 

A polícia agora busca por Natalício Ruan da Silva Soares. Foi em seus braços que Raphael adentrou, já sem vida, no Pronto Atendimento (PAM) 24h, como mostram as câmeras de segurança. A frieza dele chamou a atenção dos guardas municipais e dos conselheiros tutelares no dia do crime. “Ele entrou aqui, entregou a criança e em seguida veio a mãe. Quando falaram que ele estava morto, não esboçaram reação alguma. Podiam ter ido ver o corpo do menino, mas foram para casa. Frios demais”, contou uma conselheira.

Os laudos ainda não chegaram, mas a polícia já reforçou o que o corpo médico havia previsto como causa da morte. Asfixia mecânica. “Além dos hematomas, ele tinha essa marca no pescoço. Foi morto por asfixia, agora queremos saber também com o que. Com as mãos não foi, e nem com uma almofada”, contou. 

O delegado ainda pede que a comunidade possa ajudar com informações sobre o paradeiro de Natalício, contribuindo com a investigação. Denúncias podem ser feitas através dos números 3945-2741 e (whats) 98608-8876. A Polícia Civil garante total sigilo dos denunciantes.

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