Polícia Civil está prestes a concluir caso do atropelamento que matou homem na ERS-030

Delegado Gustavo Brentano, titular da 1ª Delegacia de Polícia de Gravataí | Foto: Gabriel Siota Ganzer

A equipe de investigação da 1ª Delegacia de Polícia de Gravataí já está prestes a finalizar o inquérito policial da morte de Júnior César Vargas dos Santos, de 39 anos, atropelado no último (31), na altura da parada 99 da ERS-030, em Gravataí. Uma única prova havia sido coletada após oitiva com testemunhas no local; uma Belina com reboque. Este teria sido o carro envolvido no atropelamento. A dúvida foi esclarecida na manhã desta segunda-feira (14), quando o homem que dirigia o veículo se apresentou à polícia. O carro era de fato uma Belina com reboque.

De acordo com o delegado Gustavo Brentano, titular da 1ª DP, os resultados da perícia do veículo são aguardados para que o inquérito seja remetido ao Ministério Público. Ele ainda informou detalhes do depoimento do condutor do carro. “ Ele relatou que devido as más condições de iluminação, percebeu que havia colidido com algo, porém não conseguiu visualizar o que era. Ao chegar em casa avisou seu filho que foi no local e confirmou o atropelamento da vítima, que no momento recebia os primeiros socorros”, relatou Brentano.

O homem prestou depoimento e foi liberado. Ele pode ser condenado pelo crimes de homicídio culposo – quando não há a intenção de matar e omissão de socorro. O caso deverá ser concluído nos próximos dias.

Relembre o caso:

Amigos, familiares e também a polícia, buscam identificar o condutor e o veículo que atropelou e matou Júnior César Vargas dos Santos, de 39 anos, na noite de segunda-feira (31), em Gravataí. Conforme os familiares, o homem caminhava às margens da ERS-030, quando na altura da parada 99 foi atropelado por um veículo em alta velocidade. Júnior foi arrastado por cerca de 50 metros. Ele chegou a receber os primeiros socorros, mas não resistiu aos ferimentos.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento de Gravataí e remetido à 1ª Delegacia de Polícia, no Centro. Conforme o delegado Gustavo Brentano, responsável pelo caso, a deposição com testemunhas já começaram. Um homem chegou a ser suspeito do crime, mas foi liberado após apresentar provas que o deixam fora do fato.

“Nós já temos algumas informações que levam ao veículo que atropelou a vítima, porém não devemos nos precipitar em divulgar. Não podemos nos focar apenas em um fator, temos que trabalhar de forma ampla para solucionar este crime o mais rápido possível e dar esse conforto a família da vítima”, contou Brentano.


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