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“Não tem pior coisa do que a injustiça”

Foto: Vereador Dimas | CMG

Foi por sete votos a zero que os desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) entenderam que não houve nenhum tipo de fraude por parte do Partido Socialista Democrático (PSD) em Gravataí, nas últimas eleições. O processo de impugnação das três candidaturas e de seus 28 suplentes eram em decorrência de um suposto esquema fraudulento de preenchimento das cotas femininas pelo partido, que é de 30%, como determina a lei.

No julgamento, ocorrido nesta última segunda-feira (26), a corte entendeu que a pena era muito “forte” aos vereadores eleitos, e que não havia nenhum tipo de prova cabal para tal condenação, pedida em ação do Ministério Público (MP) através da promotora Ana Carolina Azambuja. O vereador Dimas, segundo mais votado da cidade, com 2,880 votos, conversou com a reportagem do Giro de Gravataí sobre o processo no qual seu partido vinha sofrendo e que poderia acarretar na impugnação de seu mandato.

Como tu tomou conhecimento? Como que tu viu as acusações?

Foi uma matéria veiculada a um jornal da cidade. Logo após ler já vi que tratava-se de um absurdo, e que neste julgamento foi desmentida por sete desembargadores  que votaram pela nossa absolvição. Os verdeadores nada tinham com isso, nós não somos responsáveis pelas pessoas que desistem de concorrer ou que vão apoiar as outras, fiquei sem entender, e fique abismado com tanta mentira sendo divulgada.

Como foi nas redes sociais? Muitos ataques?

Nas redes sociais meus amigos e quem conhece meu mandato nunca deixaram de acreditar em mim, mas algumas pessoas, fora do meu vínculo, me julgaram antes mesmo da justiça. Uns por motivos óbvios, questões políticas. E com toda a certeza, foram os piores dias da minha vida. A pior coisa é a pessoa ser julgada por algo que ela não fez.

Chegou a suspeitar de que o partido tenha mesmo fraudado a cota de candidatura?

Em nenhum momento. As candidatas sempre estiveram nas reuniões, acredito que elas concorreriam como nós. A gente acredita que os pretendentes irão cumprir aquilo que foi proposto. Eu cuido da minha campanha, que já é difícil, desgastante, não tenho de cuidar das campanhas dos outros.

E agora?

Com a justiça feita, vou continuar meu trabalho com tranquilidade, de alma lavada, e vou discutir com meu partido sobre as próximas eleições. Deixo meu nome a disposição da sigla. Não quero atropelar nenhum processo, vou deixar que o eleitor decida aonde devo ir nos próximos anos. E também sigo lutando por uma Gravataí melhor, fazendo com que meu mandato sirva de instrumento para o bem comum e o crescimento da sociedade como um todo, e sempre olhando por aqueles que mais necessitam.

 


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