Familiares e amigos protestam após transferência de paciente no Hospital Dom João Becker



O esposo de Daisy organizou um ato de protesto em frente ao hospital nesta quarta-feira (28). Foto: Reprodução Facebook

Amigos e familiares de Daisy Kolling, atropelada no último dia 18 de maio por um caminhão, na área central de Gravataí, lutam pela vida da paciente que está internada no Hospital Dom João Becker. Segundo eles, Daisy encontra-se debilitada, com pneumonia, com as ações motoras comprometidas e em procedimento de traqueostomia.

A indignação por parte dos familiares veio após o hospital retirar ela do quarto de neurologia – local de tratamento intensivo, e levá-la até uma sala de recuperação. Ainda segundo eles, se não bastasse isso, a coordenação do hospital pediu o remanejo dela para o setor da enfermaria.

Munido de uma advogada, o esposo da paciente, Alexandre Munhoz, solicitou ao hospital uma cópia dos prontuários médicos para saber o real motivo da transferência. Conforme ele, na ala de enfermaria, Daisy estará exposta a diversos tipos de doenças e riscos, já que seu quadro clínico é delicado.

“Após acionarmos nossa advogada, o hospital transferiu a Daisy para a enfermaria. Ela, que está sem a calota craniana, com pneumonia, vai ficar em um local com mais de 15 pessoas com outros tipos de doenças. Ali tem pacientes com hepatite, tuberculose, é um risco para ambos. Ela pode vir a óbito”, contou ele.

Na noite desta quarta-feira (28), cerca de 30 pessoas fizeram um ato de protesto em frente ao Hospital Dom João Becker pelo caso de Daisy. Em um vídeo publicado em uma rede social, Alexandre expôs sua indignação e faz um apelo para que a paciente permaneça em uma ala de tratamento intensivo. 

Contraponto

Nossa reportagem está tentando o contato com o Hospital Dom João Becker.


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