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Eduardo Leite é eleito governador do RS

Foto: Divulgação Campanha Eduardo Leite | Reprodução

O candidato do PSDB, Eduardo Leite, foi eleito governador do Rio Grande do Sul no início da noite deste domingo (28) em uma disputa acirrada. Com 53,3% da parcial de votos válidos, e com 97% das urnas apuradas, Leite desbancou o então governador José Ivo Sartori (MDB), que tentava a primeira reeleição da história do RS.

Eduardo acompanhou nesta manhã o voto de seu vice, delegado Ranolfo Vieira Jr, na PUCRS. Depois ele atendeu a imprensa e foi para o almoço. Em seguida Leite viajou para Pelotas aonde votou no meio da tarde e comemora neste momento a vitória com seus apoiadores. Às 21h50 ele retorna e participa de uma entrevista coletiva em Porto Alegre.

 Eduardo Leite tem 33 anos, é formado em direito e foi prefeito de Pelotas, de 2013 a 2017. Confira as propostas de governo anunciadas durante sua campanha para o governo do estado.

Regime de Recuperação Fiscal

Concorda com o acordo com a União, mas entende que o ajuste final seja feito pelo governador eleito. Não concorda, por exemplo, com a limitação de contratação de servidores, especialmente na segurança pública. O regime estipula que concursos poderão ser realizados e servidores chamados para reposição de vacância.

Estradas

Propõe parcerias público-privadas para recuperação e manutenção das rodovias. Defende que a modelagem seja feita de acordo com as características de cada região. O modelo de concessão, segundo ele, precisa identificar onde as praças de pedágios podem ser instaladas e o valor aceitável do ponto de vista regional.

Serra Gaúcha

Tem como uma das prioridades a duplicação da RSC-453, de Farroupilha até o trevo com a BR-470. Irá pressionar o governo federal para duplicar a 470 e prolongar a Rodovia do Parque, alternativa à BR-116. Irá investir em solução para o problema da alta complexidade em traumatologia e ortopedia, regularizar os repasses aos hospitais e buscar a abertura de mais leitos hospitalares. Se compromete com a abertura do aeroporto de Vila Oliva.

Salário dos servidores

Se compromete em colocar o salário em dia no primeiro ano do governo. Para viabilizar a proposta, projeta medidas de reestruturação da máquina administrativa, reforma nas próprias carreiras e incremento das receitas com revisão de benefícios fiscais, combate à sonegação e estímulo à economia.

Impostos

Tem como proposta prorrogar a atual alíquota de impostos por dois anos. É o prazo, segundo ele, para que o novo governo reforme todo o sistema tributário em relação a ICMS e para que os atuais prefeitos encerrem seus mandatos com “maior tranquilidade”.

Desenvolvimento do Estado

Defende um Estado atraente com a redução de custos. Para que seja competitivo, entende que é preciso ser mais barato produzir no Sul. Os custos determinantes, conforme o candidato, são de infraestrutura, por isso, defende que as concessões de rodovias sejam agilizadas. Além disso, propõe a redução da burocracia na aprovação de projetos e da carga tributária e investimento em educação para formação de mão de obra de qualidade.

Dinheiro

Propõe enxugar a máquina do governo, otimizar o planejamento, reestruturar o orçamento, rever a política de incentivos para torná-la mais eficiente e promover um combate à sonegação. Irá lançar um amplo programa de concessões à iniciativa privada na área da infraestrutura. Promete reduzir os impostos a partir do segundo ano de governo e a burocracia. Defende os três “Is” da segurança: investimento, integração e inteligência.

Diz que é preciso aumentar o efetivo, investir em câmeras e cercamento eletrônico e no sistema penitenciário para resolver o problema do déficit de vagas. Para viabilizar, buscará recursos do fundo penitenciário nacional e de parcerias com o setor privado.

Repasse para hospitais

Garante que uma das prioridades é colocar o pagamento em dia para os hospitais, porque entende que a falta de regularidade no pagamento atrapalha o planejamento financeiro das instituições, que acabam tendo de recorrer a empréstimos bancários. Ainda sobre hospitais, propõe complementação de valores da tabela do SUS, porque é deficitária. 

Privatizações

É contra a privatização do Banrisul e da Corsan. Já de outras empresas, como CEEE, Companhia Rio-grandense de Mineração (CRM) e Sulgás, é a favor, porque elas estão tendo problemas de recuperação ou por déficit de recursos ou por deficiência na prestação de serviços. No entanto, defende que os recursos das privatizações não sejam colocadas em despesas de custeio da máquina pública, mas sim em investimentos.

*Com informações do Site O Pioneiro

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