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Delegacia de Gravataí é a última da região a ficar com superlotação

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Foto: Arquivo/Giro de Gravataí – Especial 

A Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Gravataí (DPPA) foi a última da região metropolitana a ser registrada com superlotação de presos. Desde o final da ultima semana, todos os detidos pela Brigada Militar (BM) e Guarda Municipal (GM) estão ficando sob custódia nas viaturas estacionadas em frente a delegacia.

No interior da DPPA existem apenas duas celas com ocupação para seis pessoas, no entanto no ano passado a delegacia chegou a registrar 32 presos detidos no local. Alguns tiveram que ser realocados na sala de contenção – local de permanência dos presos até o registro da ocorrência.

Conforme o delegado plantonista, André Garcia Pastoriza, os próximos detidos que chegarem ficarão alojados dentro das viaturas, já que as celas dos fundos já contam com mais de seis presos. “Se a BM de Gravataí vier apresentar será feita a entrada do preso e os policiais de Gravataí deverão deslocar uma viatura e tornar alojamento para eles. A situação de sempre, não mudou”, contou o delegado, que na noite desta terça-feira (20) também estava respondendo por Alvorada e Viamão.

Presos há mais de cinco dias

Um outro ponto que destaca o delegado é o tempo de permanência deles na delegacia. O que acaba ocasionando uma série de outros problemas, como higiene e alimentação. “Os presos aqui estão se alimentando com a comida trazida pelos seus familiares. Quem não recebe, nós temos que ir atrás e conseguir com o albergue”, finalizou Pastoriza.

Um outro problema que vem em decorrência da superlotação é a exposição dos policiais e a falta de efetivo nas ruas. Cada custódia é feita por pelo menos dois policiais que ficam por 12 horas na delegacia. Os presos detidos em Gravataí também não tomam banho e a cada ida ao banheiro são supervisionados pelos policiais militares, que acabam ficando também vulneráveis a doenças, devido a falta de higiene dos detidos. 

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