Polícia

Caso de homem decapitado avança, mas polícia ainda não tem suspeitos

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Corpo foi deixado em um local ermo no Distrito Industrial. Foto: Polícia Civil/Divulgação

Desde o sábado do dia 17 de agosto, que policiais da Delegacia de Homicídios foram acionados para um local de crime, a investigação não parou, inclusive avançou, mas segue sem suspeitos da decapitação de Clovis Antônio Wanzeniak Teixeira, de 40 anos, natural de Passo fundo. O crime atípico, mas não raro em Gravataí, ainda não foi compreendido pela polícia.

Mostrar para quem e porque uma morte tão brutal? Essa pergunta também é feita entre os próprios investigadores, que embora tenham uma linha de investigação, no qual o assassinato teria relação com o tráfico de drogas, eles ainda não conseguiram configurar o crime, conforme conta o delegado Eduardo do Amaral, responsável pelo caso. “Já realizamos oitivas e diligências, mas ainda não temos suspeitos e nem conseguimos confirmar as motivações. É um caso de difícil elucidação”, destacou.

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A rotina do passo-fundense também foi analisada. Familiares contaram que Clóvis não tinha paradeiro fixo, e ultimamente estaria dirigindo carros de transporte particular. Testemunhas também informaram a polícia que ele estava tentando vender alguns objetos, dando a entender que precisava urgentemente de dinheiro para quitar dívidas, mas não revelou para quem e qual seriam as pendências.

Outros detalhes da investigação, por hora, não estão sendo divulgados para não atrapalhar o andamento das investigações. Amaral pede que a comunidade ajude com informações e denúncias anônimas, que podem ser feitas pelos telefones 39452741 ou WhatsApp (51) 986088876.

 

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