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Assassinato de taxista em Gravataí está cercado de dúvidas, diz polícia

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Foto: Gabriel Siota Ganzer/Giro de Gravataí/Especial

A morte do taxista Juares da Silva, de 53 anos, pegou de surpresa colegas de profissão, que por volta das 21h30 receberam a informação de que a vítima teria sido morta após uma tentativa de assalto no bairro São Judas Tadeu, não muito longe do ponto aonde trabalhava, na parada 63.

As primeiras testemunhas – vizinhos que ouviram os tiros, se limitaram ao portão de suas residências para ver o que tinha ocorrido, e por óbvio, não viram nada além do táxi ligado com os faróis acesos. Moradores que transitavam pela rua conseguiram chegar até o táxi e confirmaram o óbito de Juares, que até aquele momento não tinha sido identificado.

No veículo, apenas o vidro traseiro do lado do motorista estava trincado, indicando que pelo menos um disparo errou o alvo e foi parar no vidro. No chão os policiais localizaram algumas capsulas de pistola, sem estilhaços de vidro, revelando que o condutor estava com o vidro aberto no momento do ataque, vindo a ser atingido pelos tiros na região da cabeça.

As dificuldades da investigação 

A investigação da Delegacia de Homicídios de Gravataí busca analisar imagens de câmeras de segurança para ver os últimos quilômetros rodados pelo taxista antes de ser morto. Ainda segundo os colegas de profissão, a vítima não relatou ou comentou ter tido desavença nos últimos tempos, e levava um vida tranquila, conforme contou um deles, que preferiu não se identificar.

Na ação, considerada rápida, testemunhas não conseguiram identificar nem mesmo a cor do veículo supostamente tripulado pelos executores. Muitos deles relataram apenas o barulho e o arranque de um carro em alta velocidade, dificultando as investigações da polícia. Juares era morador de Gravataí e possuia antecedentes criminais. A polícia descartou o crime de latrocínio e trabalha como principal linha a execução.

A Delegacia de Homicídios de Gravataí recebe denúncias anônimas pelos telefones  39452741 ou Whatsapp 51-986088876. A Polícia Civil garante total sigilo dos denunciantes.

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